CAPRICHO analisa faixa a faixa de Mayhem, novo álbum de Lady Gaga

Redação estava com altas expectativas, ouviu o álbum lançado hoje atentamente e, neste texto, comenta cada uma das músicas.

Por Da Redação Atualizado em 7 mar 2025, 17h14 - Publicado em 7 mar 2025, 17h05
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other monster voltou e trouxe com ela um álbum que abraça o caos de uma forma irresistível. Mayhem, novo álbum de Lady Gaga, foi lançado hoje, 7 de março de 2025 e fez com que os little monsters – fãs da artista – brasileiros engajassem em memes e, além disso, fez a redação da CAPRICHO mergulhar em cada faixa do álbum atentamente.

Este é o sétimo álbum de estúdio da cantora e marca um retorno às suas raízes pop, incorporando uma mistura de gêneros e influências musicais em 14 faixas que surpreendem.

Entre sintetizadores sombrios e baladas grandiosas, Mayhem virou as expectativas dos fãs de ponta cabeça: se você achou que a linha do álbum era mais para o lado de Abracadabra, putz, acredite. Ela está mais para Die With a Smile, viu? E isso não é uma crítica ou um problema, muito pelo contrário. É só um jeito de dizer que Gaga sabe inovar e pregar peças.

Abaixo, Sofia Duarte (repórter de Moda e Beleza), Juliana Kataoka (coordenadora de redes sociais), Rômulo Santana (estagiário de entretenimento), Andréa Martinelli (editora-chefe), João Barreto (designer) e Matheus Carvalho (designer), contam o que sentiram ou perceberam ao ouvir cada faixa.

Vem com a gente (e garantimos que vale a pena ler até o final):

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ATENÇÃO: ao iniciar a leitura deste texto, dê o play em Mayhem, de Lady Gaga no seu canal de streaming de música preferido.

DISEASE

Andréa Martinelli, editora-chefe

Essa eu amo. Sei nem muito bem explicar por quê. Mas acho que é a essência da Gaga que faz que eu me conecte muito aqui <3

Juliana Kataoka, social media

Eu amo essa, esses samples industriais são muito chiques, dá vontade de ir numa festa daquelas festas bem duvidosas em estacionamento desativado. E é muito linda sobreposição das vocalizações dela – vi o processo dela de produção no TikTok esses dias.

Sofia Duarte, repórter de moda e beleza

A letra não é a minha favorita, mas a produção é fantástica. Quando lançou, não havia outro pensamento se não: Ela está de volta!!!

Rômulo Santana, estagiário de entretenimento

Não curti tanto quando saiu, mas dentro do álbum ela ganha outra cara. Eu amei reencontrar com ela alguns meses depois e dizer que Gaga realmente escolheu muito bem esse single. Os sintetizados com certeza são o destaque para mim, a produção é chiquérrima e abre muito bem o LG7.

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Matheus Carvalho, designer

Olhando no retrovisor foi uma boa introdução aos elementos que foram usados para construir o álbum, acho que pegou todos de surpresa em relação ao tom mais sombrio e a falta de divulgação não ajudou na aceitação do público geral.

João Barreto, designer

Amo os vocais angelicais no começo com a Gaga servindo gogó e logo depois a batida pesadona! Vem coisa boa por aí?

ABRACADABRA

Andréa Martinelli, editora-chefe

Não sai do meu repeat, é o tipo de chiclete da Gaga que eu gosto. Apesar de, quando ouvi pela primeira vez, pensei: ‘Filhota, o que você fez? Isso aqui é Venus repaginada, é?’. E se você parar para pensar, meio que tem uma pegada semelhante, mesmo. Mas eu sou um unicórnio porque gosto de ARTPOP, então…

Juliana Kataoka, social media

Eu acho essa música meio parecida com várias coisas antigas dela – e longe de mim achar ruim! E não é crítica, tá: eu acho engraçado quando ela mete essas vocalizações que parecem língua de bebê! Eu amo essa música, não é à toa que foi a música de trabalho!

Sofia Duarte, repórter de moda e beleza

Dark pop, eu te amo!!! Não é a minha preferida do álbum, mas não tem como negar que dá muita energia e vontade de sair dançando. Quando a gente vai marcar um rolê pra fazer isso?

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Rômulo Santana, estagiário de entretenimento

Eu ouvi essa música um milhão de vezes nos bloquinhos de carnaval. Para mim, é um pop de qualidade, ela me lembra muito a Gaga de 2010 e dá para ver na animação da galera nas ruas que ela já nasceu com cara de clássico, talvez ela seja música de encerramento do show de Copacabana e vai ser incrível presenciar isso.

Matheus Carvalho, designer

Pop perfection, justapõe muito bem um pop mais comercial, batidas acid e a teatralidade da Gaga que tanto amamos. O clipe ajudou a alavancar o sucesso da música, introduzindo ainda mais as pessoas a esse novo universo. Foi tão hit que se tornou versão forró pro carnaval.

João Barreto, designer

Confesso que não sou muito fã dessas duas primeiras músicas de abertura do álbum. Acho a palavra Abracadabra meio batida e breguinha cantada repetidas vezes me cansa um pouco, mas essa mulher sabe fazer um pré-refrão como ninguém, né? Impressionante! Adoro esse clipe, principalmente a cena final com todo mundo gritando, que acho que poderia estar na música mesmo. E nossa, Gaga está mais linda do que nunca! A mulher está um luxo!

GARDEN OF EDEN

Andréa Martinelli, editora-chefe

Acho que quero um remix dessa com Toxic da Britney. Apenas. Amo os vocais e como aqui ela começa a explorar coisas diferentes, mas, ainda assim, conectadas com as duas primeiras faixas. Tem os vocais, tem a batida. Mayhem está ali.

Juliana Kataoka, social media

Meu deus, que diferente! Parece que eu fui transportada do inferninho clubber pra um cenário de série teen, garotas numa festa de irmandade. Não sabia que a Gaga fazia música assim? Adorei!

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Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

DJ, hit the lights!!! eu tô amando a vibe anos 80 e me deu muita vontade de chamar a minha mãe pra ouvir junto comigo. e, claro, o The Fame estaria muito orgulhoso dessa!

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

Achei completamente inesperada, os vocais de fundo me lembram aqueles coros de igreja. Eu amei essa aqui desde a primeira ouvida e acho que vai ser uma das minhas favoritas, me senti de volta em 2010.

Matheus Carvalho, designer

Essa é a irmã esquisitinha que ficou no armário desde o The Fame Monster, divertida e fresca, a guitarrinha lembra um pouco algo que a Gaga tentou fazer no Joanne, mas bem mais divertido e alinhado com o que os little monsters preferem ouvir. Vai ser incrível dançar essa nas pistinhas e cantar no karaokê!

João Barreto, designer

Nossa, parece que entrei numa máquina do tempo… Que delícia esse sentimento de estar em contato com a Gaga que comecei a acompanhar lançando seu segundo álbum. Fora que “i could be your girlfriend for the weekend, you could be my boyfriend for the night” she is soooooo me!!!!!

PERFECT CELEBRITY

Andréa Martinelli, editora-chefe

Deu o nome, né, mãe? Digo, a letra é algo que ela precisa falar já há algum tempo. É bom que essa esteja na trilha da próxima temporada de Euphoria que, um dia, vai sair. Amém.

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Juliana Kataoka, social media

Essa aqui eu senti a vibe grunge/90s que ela falou que ia colocar no álbum! Me lembra umas explosões típicas das músicas da Alanis, umas coisas da Madonna (não me odeie, Gaga), é elogio, tá?

Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

Eu tô muito roqueira!!!! gosto de perceber como as músicas afloram sentimentos que estavam enterrados. essa dá vontade ir pra uma aula de boxe extravasar, é incrível demais!

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

Os sintetizadores dessa música são de outro universo, ela tem carinha de season finale épico.

Matheus Carvalho, designer

A letra é meio cafoninha, mas ao mesmo tempo meio brat? Ela deve ter se divertido horrores escrevendo essa. Os vocais são a parte mais legal, todo mundo sabe que a Gaga tem gogó, mas é sempre legal ver que além de soar bem, ela consegue modular a voz de modo a se adequar à estética visionada pra cada momento, coisa que também foi feita no final de ‘Disease’.

João Barreto, designer

Ela gritando “I’m a perfect celebrity” + nanananana = baby, that’s LADY GAGA!!!!!! O finalzinho me lembrou bastante o ARTPOP também, amei demais.

VANISH IN TO YOU

Andréa Martinelli, editora-chefe

Até aqui tem uma coisa que eu tô amando muito: músicas longas, entre 3 e quatro minutos. Ufa. Chega daquelas coisas feitas para bombar no TikTok (sim, é uma crítica), eu quero é música de verdade. Aqui achei baladona, romântica, sofredora por amor. Todo mundo cansado, sentado no final da balada e cantando o refrão.

Juliana Kataoka, social media

Eu amo quando ela faz esse tom de mulher poderosa da disco music. Uma melodia bem classic Gaga, com alguns tecladinhos meio disco, seventies. É uma das minhas favoritas! Uma vibe fim de balada, só os little na pista.

Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

Traz um resgate do synth-pop muito bem feito. a trilha sonora perfeita para chorar e dançar ao mesmo tempo na balada. também vou colocar na minha playlist de viajar olhando pra janela do carro!

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

A gata é compositora!!!!!! Eu amo quando a produção da música tem tanto detalhe que vai fazer você ouvir, ouvir e reouvir até conseguir captar todos os detalhes que poderiam passar despercebidos e por aqui é assim, ela é tão profunda, tão cheia de sentimento fazendo parecer que a produção leva a letra a sério e cria um mundo novo para fazer você desaparecer nela.

Matheus Carvalho, designer

Umas semanas atrás eu estava ouvindo o ‘The Fame’ e pensei em como estava com saudade de quando a Gaga tinha umas músicas mais “fofas”, por falta de uma palavra melhor. Lembro de amar ‘Summerboy’, ‘Eh Eh (Nothing Else I Can Say)’ e ‘Speechless’ e ouvindo ‘Vanish Into You’ senti algo próximo ao que sentia ouvindo essas outras. Tudo isso pra dizer que achei um sopro de ar fresco depois de faixas mais carregadas, sem deixar a peteca guitarruda e sintetizada cair. Cherry Cherry Boom Boom pra sempre!!!

João Barreto, designer

Mais uma vez o pré-refrão me pega muito, todas as camadas de produção, o synthzinho e os vocais “i i i i i” dela sobrepostos! O finalzinho lindo de tudo com o pianinho! UAU!

KILLAH

Andréa Martinelli, editora-chefe

Meu deus, o synthwave e os vocais popzinhos meio George Michael e Prince. Obcecada. Nasci nos anos 80, desculpa, gente <3

Juliana Kataoka, social media

Ela tá meio seventies, aqui! Achei uma coisa meio Prince. Que chique!

Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

Aqui reverenciamos david bowie!

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

Foi aqui que todos os comentários fizeram sentido, a faixa tem uma sonoridade beeeeem oitentista.

Matheus Carvalho, designer

Extremamente chocante, chic e Prince-coded! A produção mais divertida até agora, a música ficou bem cinematográfica, me fez sentir que estava na cena de perseguição de uma versão adulta de Scooby-Doo. Parabéns especial ao Gesaffelstein por ter transitado tão bem entre o industrialzão de ‘B2b’ da Charli xcx e esse funkyzinho distorcido de ‘Killah’.

João Barreto, designer

i just want your extra time and your………………………… killah!!!!!

ZOMBIEBOY

Andréa Martinelli, editora-chefe

MEU DEUS, GAGA! Eu tava achando que vinha uma coisa obscura e ela me coloca esse baixo e essa guitarrinha? Tô doida para fazer dancinhas sozinha enquanto escuto. Desculpa, tudo o que ela fizer eu vou aplaudir. Sou fã.

Juliana Kataoka, social media

A Gaga ILUDIU A GENTE, Mayhem é um álbum seventies/disco! Estou me sentindo na campanha de um dos filmes dela, mais uma vez enganada por uma mentirada bem grande! Minha favorita!

Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

a guitarra é sensacional! coloca um globo espelhado na sala, apaga as luzes e dá play nessa. uma vibe!

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

Quando li o nome da faixa, me veio na cabeça a vozinha da Gossip Girl falando isso. Essa tem cara de baladinha, já me vejo dançando horrores, tipo aquele vídeo da Carrie Bradshaw na discoteca. Até aqui, esse disco já foi tanta coisa que eu já não sei mais o que esperar daqui para frente e isso é ótimo.

Matheus Carvalho, designer

Na minha opinião é o refrão mais gostoso do álbum, fora os ‘ad-libs’ pra gritar, as palminhas pra bater junto e o solo de guitarra pra imitar! A Gaga sabe fazer POP MUSIC! Muito cinematográfica novamente, fui transportado pra uma paródia de um filme B de terror inspirado em alguma space-opera campy.

João Barreto, designer

O som do carrilhão que eu sou perdidamente apaixonado, guitarrinha deliciosa e as palmas!

LOVEDRUG

Andréa Martinelli, editora-chefe

Cabelos bagunçados, colã e polainas: é só isso que consigo pensar. Jane Fonda dançaria essa em seus programas de ginástica nos anos 70/80. E eu também. A Gaga está bebendo demais em referências extremamente sofisticadas para construir um excelente álbum.

Juliana Kataoka, social media

Gente, essa foi a música que eu ouvi o álbum inteiro e tive que voltar porque não lembrava exatamente o que tinha achado. Eu tô tipo o Jay Z naquele GIF ouvindo, não reagindo muito, mas mexendo a cabeça. Tem que ter uma ou duas mais fillers. Essa é uma.

Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

A categoria é: quem dança seus males espanta! e eu vou dançar até me sentir bem 🎵🌐

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

Eita como ela tá apaixonadaaaaaaaaa

Matheus Carvalho, designer

Depois de termos sido abduzidos no final de ‘Zombieboy’ esse é o momento de superação… quem nunca ficou em abstinência de um boyzinho ou boyzinha né?

João Barreto, designer

Apaixonada, não… Mas mexida, sabe? Ele fez uma coisa comigo que homem nenhum nunca fez…

HOW BAD DO YOU WANT ME

Andréa Martinelli, editora-chefe

Nos primeiros acordes, pensei: aqui ela tá servindo a um lado mais pop girlie que a indústria gosta. Acho que foi um experimento. Sim, estou defendendo minha mãe.

Juliana Kataoka, social media

Um pop bop, uma música que a Taylor podia ter gravado. À primeira audição, não é ruim, não é ótima. Mas do jeito que é uma música fácil, tem tudo pra crescer e em uma semana e eu estar amando.

Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

Imagina ela solta um deluxe e essa vem num feat com a taylor swift… me julguem, mas iria amar! <3

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

O início dela me surpreendeu horrores, a produção dessa música me lembra um pouco da sonoridade das músicas do ‘Hounds Of Love’ da Kate Bush que com certeza foi uma das refs da Gaga no processo de construção desse disco.

Matheus Carvalho, designer

Na primeira ouvida essa foi minha favorita justamente por me lembrar das faixas fofas que citei mais cedo. Depois de ler alguns comentários comparando essa a uma faixa da Taylor Swift lembrei que fizeram a mesma coisa com ‘American Teenager’ da Ethel Cain e ‘My Kink Is Karma’ da Chappell Roan, e percebi que quando um artista bom requenta os nachos da Taylor o resultado final costuma ser melhor que a receita original…

João Barreto, designer

Eu sou um fã irremediável de ‘The Cure’ e o início me lembrou bastante esse single solto. Vi muitos swifties falando que essa música deveria estar no 1989 e que eles amaram… só espero muito que isso ajude no #1 da Gaga! rs

DON’T CALL TONIGHT

Andréa Martinelli, editora-chefe

Pensei aqui que eu gostaria muito se ela tivesse sido lançada como single no lugar de Disease, porque traduz para qual lado a estética do álbum está indo no geral. Mas Gaga não dá ponto sem nó – ela tinha que causar um “senhor” impacto antes de mostrar o que, de fato, iria oferecer. Gosto. Gosto.

Juliana Kataoka, social media

Don’t Call…? Don’t Call…? Isso é familiar pra você? Será que essa tava na gaveta prontinha e ela esperou dar uns álbuns de distância pra lançar? É boa, fazer o quê!

Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

A ponte seguida desses vocais característicos (e incríveis) que só Gaga é capaz de fazer… hino!!!

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

Essa aqui tem carinha de uns sucessos dos anos 80, a sonoridade do refrão me lembra algo da Tina Turner e outras refs musicais que ainda estou buscando na cabeça e vão me deixar inquieto nos próximos dias e eu adoro quando isso acontece.

Matheus Carvalho, designer

Não me liga! Eu já estou ficando repetitivo mas essa faixa é a trilha sonora perfeita pra uma personagem de 30 e poucos anos da classe trabalhadora na Nova York de 1985 que acabou de ser traída e precisa pegar o último metrô pra chegar em Coney Island.

João Barreto, designer

Monster é uma das minhas músicas preferidas da Gaga e essa parece a irmã mais velha dela. Já mais madura, impondo limites, não caindo mais no mesmo papo de homi frouxo e espalhando os conselhos. Bridge perfeita com vocais límpidos e aqui vai mais uma vez caso você não tenha entendido: DONT CALL TONIGHT!

SHADOW OF A MAN

Andréa Martinelli, editora-chefe

Popzinho do bom. Por enquanto, pra mim, é isso: popzinho do bom pra dançar com a cabeça balançando. Basiquinho.

Juliana Kataoka, social media

Essa aqui é mais uma que eu tive que voltar e ouvir de novo pra dizer o que eu achei. Mas como eu falei ali em cima, todo álbum tem um ou dois fillers. Esse é o segundo: ou seja, até os fillers vieram bons nesse álbum!

Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

o povo já tá usando ‘Gaga Jackson’ pra falar dessa, e acho que o rei estaria orgulhoso!

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

Que POPão!!! Eu favoritei ela por aqui e já me imagino fazendo altos catwalks na esteira da academia com essa daqui. Ouvindo ela me sinto naquele meme da Vampira e da Kitty de X-Men Evolution, aka “dance como uma branca”

Matheus Carvalho, designer

Hino oitentista pra ficar jogando o ombrinho e estralando o dedo na balada! O sintetizador que entra pesadão no pós-refrão ajuda a ficar menos caricata. Agora a gente sabe porque ela dançou Michael Jackson no final da Chromatica Ball.

João Barreto, designer

Just beat it, Gagaaaaa! É a princesa do pop mesmo! Certeza que o MJ tá amando ela correndo com a letra no refrão no céu ou escondido aqui na terra ainda!

THE BEAST

Andréa Martinelli, editora-chefe

Baladão do bom. Pra ouvir sofrendo ou até com muita raiva de alguém.

Juliana Kataoka, social media

A mais vintage do álbum. Muito 80s. Esse sintetizadorzinho e o lance dela ir crescendo devagar, os solinhos de guitarra. A minha segunda favorita pois sou uma alma antiga.

Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

a voz dela tá linda, mas essa música foi uma das que ainda não me pegaram muito, pelo menos por enquanto. rs

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

Gaga realmente entrou numa máquina do tempo, ela deve ter ouvidos altos vinis escrevendo e produzindo esse álbum. Essa daqui me deixou bem animado para saber muito sobre o processo criativo dela durante a construção de cada letra e harmonia.

Matheus Carvalho, designer

Apesar da sonoridade mais alinhada com um soft rock, a entrega da Gaga nessa me lembrou de um drama e teatralidade muito Slow RNB dos anos 90, quase como se fosse uma contraparte mais sujinha a “Un-Break My Heart” da Toni Braxton. Amei DEMAIS.

João Barreto, designer

Costumo amar baladinhas, músicas mais lentas e DRAMA, mas essa eu não comprei muito. Não achei nada muito novo ou interessante.

BLADE OF GRASS

Andréa Martinelli, editora-chefe

Lady Gaga no piano me emociona. Apenas. Sem mais.

Juliana Kataoka, social media

BAITA BALADA. Entra na categoria músicas da Lady Gaga que as mães adoram, mas que vai emocionar também os fãs mais jovens em momentos vulneráveis.

Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

acho que tava tão animada e em êxtase com as dançantes, que essa é outra balada que ainda não me pegou – e talvez seja a que eu pule do álbum.

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

Blade of Glass cumpre a função da boa e velha sad song das divas pop que não pode faltar num álbum, né?

Matheus Carvalho, designer

Meu traço mais tóxico é sempre pular A Balada do Álbum da Gaga. Blade of Glass é muito bonita, o piano está chic, bem composta como sempre, mas vai demorar um pouco pra eu me conectar com ela. Pra além de tudo isso, acho que tem um aceno pro Elton John, o que é sempre legal.

João Barreto, designer

Achei interessante uma música mais simples nesse álbum, no sentido da produção, com o piano que ela tanto ama. Mas também não me pega muito.

DIE WITH A SMILE  (com Bruno Mars)

Andréa Martinelli, editora-chefe

É isso: caímos em uma grande pegadinha de dona Lady Gaga. Eu adoro essa e canto toda vez que toca, é um acerto dela com o Bruno – e que atinge outras camas de público. As mães adoram. No geral, acho que ela fez um álbum pop excelente, mas que ele sofre com o tanto de expectativa que foi colocada nele. Não é Abracadabra, mas sim, Die With a Smile que dá o tom do álbum todo.

Juliana Kataoka, social media

Para quem achou que Die With a Smile ia ficar deslocada: o álbum tá muito mais Die With a Smile que Abracadabra. A impressão que dá é que ela não falou que o álbum era disco/70s pro pessoal não comparar com o Renaissance. E é diferente, a Beyoncé foi numa pegada mais Donna Summer, a Gaga é mais Prince, mais 80s. E o sentimento é: lascou, vamos ter que ir pra Copacabana – além de ajudar a curar o ressentimento de termos sido esnobadas pela turnê da Beyoncé – ainda ressentida como vocês podem ver.

Sofia Duarte, repórter de Moda e Beleza

eu amo essa música, sou fã do bruninho e essa dupla é talentosa demais! no geral, Mayhem faz uma mistura impecável da volta às raízes da Gaga com uma nostalgia brilhante da era disco 70 e 80 que vai nos levar às pistas imediatamente. não vou poder ir ao show no Rio (cry), mas tenho certeza que vai ser um marco histórico!

Rômulo Santana, estagiário de Entretenimento

Por mais que em algum momento eu tenha achado que não fazia nenhum sentido essa estar nesse álbum, fiquei completamente surpreendido já que ela finaliza maravilhosamente bem essa jornada de 14 faixas do álbum. Linda, linda, linda, terminei chorando de felicidade, Gaga fez absolutamente tudo em Mayhem, valeu a pena esperar cada minutinho.

Matheus Carvalho, designer

Eu. Amo. Essa. Música. Apesar de não ser o maior fã de Bruno Mars do mundo, acho que essa foi um acerto sem precedentes. Quando digo que a Gaga sabe fazer POP MUSIC não me refiro apenas ao público fiel dela, mas com DWAS ela provou que a trilha sonora de ‘A Star Is Born’ não foi um sucesso por acidente! Vai ter mãe de LGBTeres em Copacabana sim!!!

João Barreto, designer

Eu me apego um pouco em alguns detalhes, tipo a hora que a gaga entra e faz um melisma tão fofo oooOoooooHHH iiiiiiii…. É… não é que deitei pra essa música? Fofa, entregue e impossível de não cantar junto em todo canto que ela toca. Nos vemos nas areias de copa?

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