Hytalo Santos e Kamylinha tem redes sociais bloqueadas após escândalo
Influenciador é investigado pelo Ministério Público desde 2024; perfis foram desativados após denúncias por parte de outros criadores de conteúdo.
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anto o perfil do influenciador Hytalo Santos, 26 anos, quanto o de Kamylinha — nome artístico da jovem influenciadora Kamyla Maria Silva —, de 17 anos, foram retirados do ar no Instagram na noite desta sexta-feira (8).
Caso veio à tona após o youtuber Felca, com 4 milhões de seguidores, denunciar uma suposta exploração de menores pelo influenciador nesta semana. Mas Hytalo é investigado desde o ano passado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) por exploração de menores em suas redes sociais. Até o momento não se sabe o que motivou o fechamento dos perfis nas redes sociais.
Em um longo vídeo publicado nesta sexta-feira (8), Felca aponta que Hytalo produz conteúdos sexualizando crianças e adolescentes, inclusive com o objetivo de atrair um público adulto com interesses “predatórios”. F
Ele chamou o material de “nefasto” e classificou toda a situação como um verdadeiro “circo macabro”. Ele destacou, em especial, o caso de Kamylinha — que começou a participar da “turma” de Hytalo aos 12 anos — afirmando que a exposição excessiva resultava em aumento de engajamento para ele.
O influenciador ainda reforçou que o perfil de Hytalo cria um ambiente desconfortável e impróprio ao ambientar os menores em situações com consumo de álcool e insinuações de intimidade, criticando o uso da imagem delas como estratégia digital, feita para monetizar e gerar dinheiro
Em seus vídeos para o canal do YouTube, Hytalo mostra os menores se beijando, faz perguntas como “já pulou a cerca?”,” já pegou mais de quatro na balada?” e “já sentiu vontade de ficar com pai, mãe, primo ou tio de um amigo?”.
Até o momento, Hytalo não se manifestou publicamente para contestar as acusações ou esclarecer o contexto das imagens compartilhadas.
À revista VEJA, o MP afirmou que “o processo de apuração inclui a escuta dos adolescentes e dos seus pais e mães. Os genitores, inclusive, também estão sendo investigados, porque, caso as denúncias sejam confirmadas, no mínimo estariam se omitindo na proteção aos filhos.”
Segundo o G1, nem a Meta, nem o Ministério Público emitiram pedidos de suspensão dos perfis nas redes sociais – e ainda não se sabe se os perfis estão fora do ar somente por denúncias de usuários, após o vídeo de Felca ter viralizado.
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