Do indie rock ao alternativo, estes talentos estão conquistando espaço na indústria musical em 2025
A japonesa-canadense Saya Gray tem construído uma discografia marcada pela experimentação e pelo improviso sofisticado. Depois de 19 Masters (2022), QWERTY (2023) e QWERTY II (2024), ela estreia o ano com SAYA, seu mais recente álbum.
SAYA GRAY
O trio de Chicago formado por Nora Cheng, Penelope Lowenstein e Gigi Reece conquistou um espaço especial no coração dos fãs de rock alternativo. Após os elogiados Versions of a Modern Performance e Rough Trade Super-Disc (ambos de 2022), elas lançaram, em 14 de fevereiro, o terceiro álbum, intitulado Phonetics On and On. Com 14 faixas, o disco traz uma sonoridade que remete ao shoegaze dos anos 90, mas com uma energia jovial e autêntica.
HORSEGIRL
Direto da Califórnia, mas baseada em Nova York, a banda Momma vem ganhando espaço com seu indie rock carregado de melodia e guitarras afiadas. Formado por Etta Friedman e Allegra Weingarten, o grupo já lançou álbuns como Interloper (2018), Two of Me (2020) e Household Name (2022), e agora prepara o quarto disco da carreira, Welcome to My Blue Sky, que chega em 4 de abril com 12 faixas. Se você gosta de indie rock com pegada noventista, essa é a hora de embarcar no som do Momma.
MOMMA
Chrystia “Tia” Cabral, conhecida artisticamente como SPELLING, é uma daquelas artistas que não tem medo de ousar. Sua carreira já passou por álbuns como Pantheon of Me (2017), Mazy Fly (2019) e The Turning Wheel (2021), todos marcados por um som experimental e hipnótico. Com influências que vão de Kate Bush a Laurie Anderson, Spellling transforma suas composições em um universo único.
SPELLING